Texto escrito pelo meu Tio e Irmão (com letras maiúsculas) Paulo Roberto, que faz uma homenagem ao seu pai:
O relógio do computador aponta “meia noite e meia”. Eu ainda não terminara de abrir os arquivos quando me lembrei de que amanhã é um dia especial. Primeiro domingo de agosto, data em que se comemora o “dia dos pais”. Fiquei chateado em saber que não poderei ir a Jataí para dar um abraço no senhor e parabenizá-lo por este dia. Isto porque, no próximo fim de semana, possivelmente estarei aí, por conta da formatura do Elissandro. Então, para compensar minha ausência, resolvi escrever algumas palavras...
Não poderia deixar de agradecer por todos os ensinamentos que me proporcionaste. Muitas vezes, sem dizer qualquer palavra, mas através de seus gestos e de seu modo de ser, aprendi muitas coisas da vida que não se aprende em bancos de escolas. Aprendi o valor da honestidade, da simplicidade, da amizade, do trabalho, da responsabilidade com horários e compromissos e tantos outros ensinamentos que certamente me acompanharão por toda a vida.
Com o senhor aprendi a amar o futebol e, em especial, o Clube de Regatas Vasco da Gama, meu time do coração. Me lembro de que ainda muito novo (talvez as minhas primeiras lembranças de menino), o senhor já me colocava para assistir aos jogos do vascão e a torcer com muita vontade por ele. O senhor faz conta de quantos excelentes jogadores passaram pelo nosso gigante da colina? Vou citar alguns como forma de boas lembranças: Roberto Dinamite, Edmundo, Romário, Bismarck, Juninho Pernambucano, Pedrinho, Evair, Mauro Galvão, Odivan, Willian, Boiadeiro, Sorato, Bebeto, Naza, Felipe, Pantera, Mazaropi, Acácio, Carlos Germano e inúmeros outros que nos deram tantas alegrias...
Estou feliz por mais esta data importante em nossas vidas. Com a graça de Deus ela se repetirá por muitos e muitos anos.
Obrigado pelo amor que o senhor sempre teve por mim, desde quando nasci. Me defendendo quando eu era indefeso. Me levantando quando eu caía, me corrigindo quando eu errava. A mesma referência de pai que eu tive quero repassar para meus filhos. Sinto sua falta, assim como sinto de minha mãe (pedaço da minha vida), das minhas irmãs (partes de mim também), dos meus sobrinhos (minhas paixões) e dos meus cunhados (os quais amo como se fossem meus irmãos).
Pai, que Deus lhe dê força e vigor para suportar as agruras dos tempos vindouros. Que o Senhor que te chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz lhe dê paz, alegria e vida. Que o Espírito Santo de Deus habite em seu coração afim de que Ele possa controlar tudo o que há em ti.. Que a graça e a paz de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo lhe acompanhe hoje e sempre.
Um grande abraço e feliz “dia dos pais”.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Contramão
É tão chato me sentir assim. Até parece que eu não me conheço, depois de tantos anos. Meu devaneio tem sido como um barco, ora o vejo por inteiro, ora ele desaparece por entre as águas, no horizonte. Essa “diferença” alternativa – que é involuntária – me corrói. “Se as pessoas gostam de coisas normais, por que ser diferente?” É isso que tanto fica remoendo minha mente, e é isso que me faz “viajar”. É como se estivesse estampado num outdoor uma série de padrões clichês, e todos se interessassem por eles. Eu prefiro ser diferente. Mas diferente de fato! O que não é fácil, pois ser diferente numa sociedade tão padronizada tem seus riscos: de não ser aceito e de ser um idiota. E quando eu olho para eles, sinto pena e nenhum tipo de inveja. Sinto pena. Mas temo. Temo que esse jeito padronizado seja melhor que o meu, e que eu acabe perdendo pra ele. Pura contradição.
Eu definitivamente não quero que o medo impeça-me de tentar. Mesmo com incertezas, inseguranças, eu preciso criar coragem para ser feliz. E fazer outras pessoas felizes. Se for necessário mais dedicação, darei. Se for necessário mais atenção, darei. E se for preciso mais carinho, oferecerei. Mesmo que esse investimento seja feito mil vezes, em mil situações, não me cansarei. Pra todo fracasso, há novas chances. Não quero perder a oportunidade de merecer... Talvez tudo na mesma intensidade.
Tenho esperança que aqueles que me amam e que estão na minha vida possam entender minha maneira de ser. Por que haja o que houver, onde eu estiver, sempre serei do meu jeito.
Hugs <3
"Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. " L.F. Veríssimo
...
Or leave a bad taste in your mouth?
You act like you never had love
And you want me to go without
Did I ask too much, more than a lot?
You gave me nothing, now it's all I got
We're one, but we're not the same.
Well, we hurt each other, then we do it again
Well, it's too late, tonight,
To drag the past out into the light
We're one, but we're not the same
We get to carry each other, carry each other
Chão de Giz
Essa música é impressionante, e muito mais é a capacidade de Zé, de ter escrito uma letra tão linda. Aconselho a procurarem a história dessa música.
Hugs <3
Hugs <3
sábado, 3 de julho de 2010
"Miséria da modernização"
Hi there,
Crescer. Este tem sido o lema do mundo e de suas gentes. Tanto, que nas últimas décadas, não se pensa mais nas conseqüências desse tal “crescimento”.
No Brasil, não é difícil falar sobre essas conseqüências. Há décadas, o país vem mantendo elevadas taxas de crescimento, estando entre as maiores do mundo. Isso acontece devido ao processo de modernização brasileira, que teve como principal via de modernização as indústrias. Essas indústrias deram um novo aspecto para a economia, possibilitando a partir delas, uma relação campo-cidade. Com a industrialização, causada pela modernização, os complexos rurais saem de campo para dar lugar aos complexos agroindustriais – que se desenvolvem em torno de cadeias produtivas –, transformando as fazendas rurais em verdadeiras empresas rurais, dotadas de tecnologia e que usam maquinários para se obter uma alta produtividade. Em detrimento dessa tal inovação no campo, os trabalhadores rurais perdem seu espaço para as máquinas, gerando o êxodo rural. Eles enxergam as cidades então como uma promessa de sobrevivência e como única saída para o desemprego no campo. Isso tudo, gera um unânime (e desigual) processo de urbanização, tendo um aumento significativo na população urbana em relação à rural. E com esse aumento da população urbana, surgem os problemas: a pobreza, a fome, o desemprego, a miséria. Tudo isso, devido ao estúpido processo deficiente de modernização brasileira. E como sempre, os culpados de tudo isso não são os políticos ou as elites: é a própria população pobre!
Enquanto isso, no cenário que a modernização atua como protagonista, as indústrias emergem constantemente de uma forma inevitável, e com elas, trazem a necessidade de uma alimentação energética para manter os níveis nacionais de produção. É quando surgem as mais variadas formas de geração de energia, desde as renováveis até as fontes não-renováveis. Com o intuito de sempre produzir mais e gastar menos, para manter suas riquezas e seus luxos, os grandes empresários nunca optam pelo caminho renovável, que é inesgotável, reaproveitável e sustentável para a natureza.
No âmbito geográfico brasileiro, isso não seria difícil: sua diversidade climática – sol intenso, chuvas, ventos e muita água – possibilitaria uma grande produção de energia. Mas a falta de consciência faz do consumo de energia uma simples atividade corriqueira, aumentando cada vez mais a emissão de tóxicos no meio ambiente, agravando o impacto ambiental e caminhando sem freios rumo ao aquecimento global.
A modernização, a industrialização, as inovações, os impactos, o crescimento, toda essa conjuntura nos leva a uma simples pergunta: Qual é a solução de tudo isso? O que sei, é que “mais do que máquinas, precisamos de humanidade.”
No Brasil, não é difícil falar sobre essas conseqüências. Há décadas, o país vem mantendo elevadas taxas de crescimento, estando entre as maiores do mundo. Isso acontece devido ao processo de modernização brasileira, que teve como principal via de modernização as indústrias. Essas indústrias deram um novo aspecto para a economia, possibilitando a partir delas, uma relação campo-cidade. Com a industrialização, causada pela modernização, os complexos rurais saem de campo para dar lugar aos complexos agroindustriais – que se desenvolvem em torno de cadeias produtivas –, transformando as fazendas rurais em verdadeiras empresas rurais, dotadas de tecnologia e que usam maquinários para se obter uma alta produtividade. Em detrimento dessa tal inovação no campo, os trabalhadores rurais perdem seu espaço para as máquinas, gerando o êxodo rural. Eles enxergam as cidades então como uma promessa de sobrevivência e como única saída para o desemprego no campo. Isso tudo, gera um unânime (e desigual) processo de urbanização, tendo um aumento significativo na população urbana em relação à rural. E com esse aumento da população urbana, surgem os problemas: a pobreza, a fome, o desemprego, a miséria. Tudo isso, devido ao estúpido processo deficiente de modernização brasileira. E como sempre, os culpados de tudo isso não são os políticos ou as elites: é a própria população pobre!
Enquanto isso, no cenário que a modernização atua como protagonista, as indústrias emergem constantemente de uma forma inevitável, e com elas, trazem a necessidade de uma alimentação energética para manter os níveis nacionais de produção. É quando surgem as mais variadas formas de geração de energia, desde as renováveis até as fontes não-renováveis. Com o intuito de sempre produzir mais e gastar menos, para manter suas riquezas e seus luxos, os grandes empresários nunca optam pelo caminho renovável, que é inesgotável, reaproveitável e sustentável para a natureza.
No âmbito geográfico brasileiro, isso não seria difícil: sua diversidade climática – sol intenso, chuvas, ventos e muita água – possibilitaria uma grande produção de energia. Mas a falta de consciência faz do consumo de energia uma simples atividade corriqueira, aumentando cada vez mais a emissão de tóxicos no meio ambiente, agravando o impacto ambiental e caminhando sem freios rumo ao aquecimento global.
A modernização, a industrialização, as inovações, os impactos, o crescimento, toda essa conjuntura nos leva a uma simples pergunta: Qual é a solução de tudo isso? O que sei, é que “mais do que máquinas, precisamos de humanidade.”
Hugs <3
Loucura
" Nós não podemos falar nada sobre nós e a nossa época, sem começarmos por definir a loucura.
Como é que se explica que nós sejamos seres dotados de razão, enquanto a nossa sociedade é tão ligada à loucura?
Como as pessoas que tem toda a sua razão podem agir como se estivessem loucas e acreditar nas ideias loucas que a sociedade lhe impõe?
Nós podemos encontrar uma resposta com aqueles que perderam a razão.
O que é que os deixou loucos?
As pessoas ficam assim quando não chegam a criar uma relação funcional e prática com a sociedade e com a realidade.
O que eles fazem?
Eles criam uma sociedade que é uma realidade para eles.
Eles ficam loucos para não perder a sua razão.
A sua loucura é a explicação que eles dão para a loucura que eles encontram no mundo."
Edward Bond
sexta-feira, 2 de julho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Nike: consumismo?
Hi there,
Lendo algumas coisa hoje na internet, vi essa carta argumentativa de Moacyr Scliar, um cronista da Folha de S. Paulo. Achei muuuito interessante, e resolvi postar, hahaha.
Lendo algumas coisa hoje na internet, vi essa carta argumentativa de Moacyr Scliar, um cronista da Folha de S. Paulo. Achei muuuito interessante, e resolvi postar, hahaha.
Prezados Senhores,
Uns amigos me falaram que os senhores estão para destruir 45 mil pares de tênis falsificados com a marca Nike e que, para esse fim, uma máquina especial já teria até sido adquirida. A razão desta cartinha é um pedido. Um pedido muito urgente.
Antes de mais nada, devo dizer aos senhores que nada tenho contra a destruição de tênis, ou de bonecas Barbie, ou de qualquer coisa que tenha sido pirateada. Afinal, a marca é dos senhores, e quem usa essa marca indevidamente sabe que está correndo um risco. Destruam, portanto. Com a máquina, sem a máquina, destruam. Destruir é um direito dos senhores.
Mas, por favor, reservem um par, um único par desses tênis que serão destruídos para este que vos escreve. Este pedido é motivado por duas razões: em primeiro lugar, sou um grande admirador da marca Nike, mesmo falsificada. Aliás, estive olhando os tênis pirateados e devo confessar que não vi grande diferença deles para os verdadeiros.
Em segundo lugar, e isto é o mais importante, sou pobre, pobre e ignorante. Quem está escrevendo esta carta para mim é um vizinho, homem bondoso. Ele vai inclusive colocá-la no correio, porque eu não tenho dinheiro para o selo. Nem dinheiro para selo, nem para qualquer outra coisa: sou pobre como um rato. Mas a pobreza não impede de sonhar, e eu sempre sonhei com um tênis Nike. Os senhores não têm ideia de como isso será importante para mim. Meus amigos, por exemplo, vão me olhar de outra maneira se eu aparecer de Nike. Eu direi, naturalmente, que foi presente (não quero que pensem que andei roubando), mas sei que a admiração deles não diminuirá: afinal, quem pode receber um Nike de presente pode receber muitas outras coisas. Verão que não sou o coitado que pareço.
Uma última ponderação: a mim não importa que o tênis seja falsificado, que ele leve a marca Nike sem ser Nike. Porque, vejam, tudo em minha vida é assim. Moro num barraco que não pode ser chamado de casa, mas, para todos os efeitos, chamo-o de casa.
Uso a camiseta de uma universidade americana, com dizeres em inglês, que não entendo, mas nunca estive nem sequer perto da universidade – é uma camiseta que encontrei no lixo. E assim por diante.
Mandem-me, por favor, um tênis. Pode ser tamanho grande, embora eu tenha pé pequeno. Não me desagradaria nada fingir que tenho pé grande. Dá à pessoa uma certa importância. E depois, quanto maior o tênis, mais visível ele é. E, como diz o meu vizinho aqui, visibilidade é tudo na vida.
Hugs <3
Antes de mais nada, devo dizer aos senhores que nada tenho contra a destruição de tênis, ou de bonecas Barbie, ou de qualquer coisa que tenha sido pirateada. Afinal, a marca é dos senhores, e quem usa essa marca indevidamente sabe que está correndo um risco. Destruam, portanto. Com a máquina, sem a máquina, destruam. Destruir é um direito dos senhores.
Mas, por favor, reservem um par, um único par desses tênis que serão destruídos para este que vos escreve. Este pedido é motivado por duas razões: em primeiro lugar, sou um grande admirador da marca Nike, mesmo falsificada. Aliás, estive olhando os tênis pirateados e devo confessar que não vi grande diferença deles para os verdadeiros.
Em segundo lugar, e isto é o mais importante, sou pobre, pobre e ignorante. Quem está escrevendo esta carta para mim é um vizinho, homem bondoso. Ele vai inclusive colocá-la no correio, porque eu não tenho dinheiro para o selo. Nem dinheiro para selo, nem para qualquer outra coisa: sou pobre como um rato. Mas a pobreza não impede de sonhar, e eu sempre sonhei com um tênis Nike. Os senhores não têm ideia de como isso será importante para mim. Meus amigos, por exemplo, vão me olhar de outra maneira se eu aparecer de Nike. Eu direi, naturalmente, que foi presente (não quero que pensem que andei roubando), mas sei que a admiração deles não diminuirá: afinal, quem pode receber um Nike de presente pode receber muitas outras coisas. Verão que não sou o coitado que pareço.
Uma última ponderação: a mim não importa que o tênis seja falsificado, que ele leve a marca Nike sem ser Nike. Porque, vejam, tudo em minha vida é assim. Moro num barraco que não pode ser chamado de casa, mas, para todos os efeitos, chamo-o de casa.
Uso a camiseta de uma universidade americana, com dizeres em inglês, que não entendo, mas nunca estive nem sequer perto da universidade – é uma camiseta que encontrei no lixo. E assim por diante.
Mandem-me, por favor, um tênis. Pode ser tamanho grande, embora eu tenha pé pequeno. Não me desagradaria nada fingir que tenho pé grande. Dá à pessoa uma certa importância. E depois, quanto maior o tênis, mais visível ele é. E, como diz o meu vizinho aqui, visibilidade é tudo na vida.
Hugs <3
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Vocês são!
No meio desse emaranhado, senti a felicidade batendo na porta. E percebi que ela, como disse Augusto Cury, está nos olhos de quem sabe ver. Obrigado por tudo gente!
sábado, 12 de junho de 2010
Aniversário
Hi there,
Papel e caneta na mão!
Ao som de uma guitarra amplificada (timbre parecido com aqueles dos modelos Gibson dos anos 80), uma distorção que faz agitar o sangue, aquecer a alma e navegar os mais profundos mares incógnitos do ser, inesperadamente, escrevo essas palavras! Ouvindo o bumbo forte do coração, ensimesmado numa casa deserta, forçando o pensamento. Impaciente, indiferente, a milhas tão próximas de perder mais um ano. Não se assustem: no aniversário a gente não adquiri um ano, no aniversário, a gente perde um ano. Não é um ano que a gente tem pra contar, é um ano pra gente dizer que não tem mais. Mas o barulho das palmas e dos gritos é pra não nos darmos conta daquilo que é óbvio. Em contrapartida, ganhamos maturidade; aprendemos a amar as coisas não pelo seu valor, mas pelo seu significado. Temos a oportunidade de olhar para o passado e recomeçar... Um novo caminho, uma nova canção. Mudando as coisas erradas, repetindo e melhorando as certas! Não mais do que 7 horas, terei 17 anos! Quero mais paz, mais sonhos, mais amor, mais vitória, mais contemplação, mais sorriso, mais sabedoria, mais pureza, mais humildade, mais entendimento, mais verdade, mais respeito, mais justiça, mais rock, mais cultura, mais fé, mais alegria, mais intimidade e dependência de Deus. Mais vida!
“Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio”. Sl. 90.12
Hugs <3
sexta-feira, 4 de junho de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Domingo
Hi there,
Entrei na net rapidinho (sim, consegui um pc!) e resolvi escrever. Por aqui está tudo muito bom, mas poderia estar melhor. A abertura foi animada, e muito cansativa. Aquela velha monotonia de sempre: todos precisam dar sua palavrinha no microfone e aí vão horas e horas. No mais, tudo está nos conformes. Aaaah, hoje encontrei um amigo das antigas que se mudou pra Brasília há dois anos, Rodrigo baiano. Ele me mostrou alguns lugares legais daqui.
Nosso jogo é na terça, então amanhã é o dia todo descansando, e aproveitando. Aqui no quarto agora não tem ninguém, estã
Entrei na net rapidinho (sim, consegui um pc!) e resolvi escrever. Por aqui está tudo muito bom, mas poderia estar melhor. A abertura foi animada, e muito cansativa. Aquela velha monotonia de sempre: todos precisam dar sua palavrinha no microfone e aí vão horas e horas. No mais, tudo está nos conformes. Aaaah, hoje encontrei um amigo das antigas que se mudou pra Brasília há dois anos, Rodrigo baiano. Ele me mostrou alguns lugares legais daqui.
Nosso jogo é na terça, então amanhã é o dia todo descansando, e aproveitando. Aqui no quarto agora não tem ninguém, estã